segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

5 - O Reconhecimento das Medicinas Alternativas em Portugal (o início)

Medicinas Alternativas poderão vir a ser comparticipadas A medicina alternativa poderá vir a ser comparticipada pelo Estado. A confirmação foi dada pela secretária regional dos Assuntos Sociais que, ontem, à margem de um seminário promovido pelos enfermeiros finalistas da Escola Superior da Madeira, revelou ser favorável ao recurso a estas práticas complementares de saúde.No entanto, Conceição Estudante sustentou que, num primeiro momento, é indispensável acreditar estes profissionais e regulamentar estas práticas.«O recurso a terapias que não sendo evasivas, mas naturais e que podem trazer grandes benefícios, tem de ser encarado muito a sério e sob dois pontos de vista: o da opção do utente e o da regulamentação das actividades, para termos a certeza que, efectivamente, quem as pratica está acreditado e tem condições para ter boas práticas», disse.Entretanto, foi constituída, no âmbito dos Ministérios da Saúde e da Educação, Ciência e Ensino Superior, uma comissão técnica consultiva, com o objectivo de propor os parâmetros de regulamentação das terapêuticas não convencionais. Até porque o Estado português tem apenas até 2008 para definir quem poderá exercer este tipo de medicina.«Neste momento, ainda não se fala em comparticipação, mas sim em regulamentação destas práticas. Mas espero que esse grupo chegue rapidamente às suas conclusões e, então, teremos de pensar em muitas outras coisas, nomeadamente em comparticipação dos medicamentos e das técnicas que possam vir a ser implementadas», realçou.Para a secretária Regional dos Assuntos Sociais, cada vez mais, a medicina alternativa vem acolhendo receptividade por parte da sociedade e a própria Organização Mundial de Saúde reconhece e recomenda estas práticas.No entanto, elas ainda não se encontram regulamentadas em Portugal e a própria Ordem dos Médicos, através do seu Bastonário, considerou que estas eram práticas «estavam muito próximas da bruxaria»; resposta está que so revela falta de conhecimento relativamente a terapias diferentes das convencionais, pois estas não estão ligadas ao oculto e esoterismo , mas sim a natureza, ao que é natural.

12/11/2007

Fonte: http://medalternativas.blogspot.com/2007/12/medicina-alternativa-ser-comparticipada.html

4 - Portugueses Defendem Reconhecimento de Medicinas Alternativas




Estudos realizados pela conhecida TSF, rádio de notícias, revelam que a larga maioria dos portugueses considera que as medicinas alternativas devem ser reconhecidas e comparticipadas pelo Serviço Nacional de Saúde.


Segundo este estudo, 84 por cento dos portugueses são a favor deste reconhecimento, com as mulheres, que admitem mais vezes terem recorrido a estas técnicas, a serem as que mais desejam o reconhecimento destas terapias. Entre os que mais desejam o reconhecimento das terapias alternativas estão ainda as pessoas entre 35 e 54 anos e os habitantes do Litoral Centro. Apesar de serem muitos os que defendem o apoio estatal a estas técnicas, apenas 15,5 por cento dos portugueses admitiram ter alguma vez recorrido a estas terapias, entre as quais se incluem a acupunctura, o ioga e programas de auto-ajuda. As mulheres entre os 18 e os 54 anos e que vivem no Litoral Centro são aquelas que reconheceram mais terem recorrido às medicinas alternativas. Já entre os 84 por cento que nunca recorreram a este tipo de técnicas, a maioria são do sexo masculino, têm mais de 55 anos, vive no Interior Norte e pertence à classe média/baixa ou baixa.