segunda-feira, 25 de maio de 2009

Desfecho do ano lectivo

Após um ano de investigação, palestras, inquéritos, actividades constantes, diga-se, concluimos o ano lectivo e chegamos a uma conclusão.
A pergunta orientadora do nosso projecto era "Medicina Convencional e Medicina Alternativa: Haverá Comlementaridade?", à qual conseguimos responder após todo um ano de trabalho.
A conclusão a que chegamos foi revelada na Apresentação Final feita no passado dia 19 de Maio de 2009, no auditório da Escola Secundária João Gonçalves Zarco e queremos agora divulgá-la no nosso blog.
Inicialmente o tema do nosso trabalho era: “Medicina Alternativa: Perigo ou Solução?”, com o desenrolar do projecto verificamos que este não seria o tema mais adequado, pois não podemos encarar a Medicina Alternativa como perigo ou solução, mas sim como um complemento à Medicina Convencional, que é baseada em métodos científicos. Além disso, os objectivos a que nos propusemos estavam mais relacionados com a complementaridade entre as duas medicinas.
Para a concretização de algumas actividades do projecto, sentimos algumas dificuldades. Por exemplo, na realização dos inquéritos verificamos que as pessoas não estavam dispostas a colaborar, mesmo sabendo que se tratava de um trabalho escolar. Outra das dificuldades sentidas foi na procura de especialistas para a participação na nossa palestra, pois não obtivemos resposta por parte da maioria dos profissionais que contactamos.
E, por fim, chegamos à grande conclusão do nosso projecto. A partir de todos os diversos processos de pesquisa que fomos desenrolando ao longo do ano, podemos concluir que tanto a Medicina Convencional como a Medicina Alternativa não podem funcionar plenamente uma sem a outra, visto que esta última possui uma grande componente preventiva, em contrapartida a Medicina Convencional possui uma componente mais científica, baseada em fármacos, que se debruça mais na cura de doenças, exceptuando as vacinas.
E assim se foi mais um ano lectivo, repleto de trabalho, mas que nos fez crescer e aprender!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

5 - O Reconhecimento das Medicinas Alternativas em Portugal (o início)

Medicinas Alternativas poderão vir a ser comparticipadas A medicina alternativa poderá vir a ser comparticipada pelo Estado. A confirmação foi dada pela secretária regional dos Assuntos Sociais que, ontem, à margem de um seminário promovido pelos enfermeiros finalistas da Escola Superior da Madeira, revelou ser favorável ao recurso a estas práticas complementares de saúde.No entanto, Conceição Estudante sustentou que, num primeiro momento, é indispensável acreditar estes profissionais e regulamentar estas práticas.«O recurso a terapias que não sendo evasivas, mas naturais e que podem trazer grandes benefícios, tem de ser encarado muito a sério e sob dois pontos de vista: o da opção do utente e o da regulamentação das actividades, para termos a certeza que, efectivamente, quem as pratica está acreditado e tem condições para ter boas práticas», disse.Entretanto, foi constituída, no âmbito dos Ministérios da Saúde e da Educação, Ciência e Ensino Superior, uma comissão técnica consultiva, com o objectivo de propor os parâmetros de regulamentação das terapêuticas não convencionais. Até porque o Estado português tem apenas até 2008 para definir quem poderá exercer este tipo de medicina.«Neste momento, ainda não se fala em comparticipação, mas sim em regulamentação destas práticas. Mas espero que esse grupo chegue rapidamente às suas conclusões e, então, teremos de pensar em muitas outras coisas, nomeadamente em comparticipação dos medicamentos e das técnicas que possam vir a ser implementadas», realçou.Para a secretária Regional dos Assuntos Sociais, cada vez mais, a medicina alternativa vem acolhendo receptividade por parte da sociedade e a própria Organização Mundial de Saúde reconhece e recomenda estas práticas.No entanto, elas ainda não se encontram regulamentadas em Portugal e a própria Ordem dos Médicos, através do seu Bastonário, considerou que estas eram práticas «estavam muito próximas da bruxaria»; resposta está que so revela falta de conhecimento relativamente a terapias diferentes das convencionais, pois estas não estão ligadas ao oculto e esoterismo , mas sim a natureza, ao que é natural.

12/11/2007

Fonte: http://medalternativas.blogspot.com/2007/12/medicina-alternativa-ser-comparticipada.html

4 - Portugueses Defendem Reconhecimento de Medicinas Alternativas




Estudos realizados pela conhecida TSF, rádio de notícias, revelam que a larga maioria dos portugueses considera que as medicinas alternativas devem ser reconhecidas e comparticipadas pelo Serviço Nacional de Saúde.


Segundo este estudo, 84 por cento dos portugueses são a favor deste reconhecimento, com as mulheres, que admitem mais vezes terem recorrido a estas técnicas, a serem as que mais desejam o reconhecimento destas terapias. Entre os que mais desejam o reconhecimento das terapias alternativas estão ainda as pessoas entre 35 e 54 anos e os habitantes do Litoral Centro. Apesar de serem muitos os que defendem o apoio estatal a estas técnicas, apenas 15,5 por cento dos portugueses admitiram ter alguma vez recorrido a estas terapias, entre as quais se incluem a acupunctura, o ioga e programas de auto-ajuda. As mulheres entre os 18 e os 54 anos e que vivem no Litoral Centro são aquelas que reconheceram mais terem recorrido às medicinas alternativas. Já entre os 84 por cento que nunca recorreram a este tipo de técnicas, a maioria são do sexo masculino, têm mais de 55 anos, vive no Interior Norte e pertence à classe média/baixa ou baixa.






terça-feira, 13 de janeiro de 2009

3 - Medicinas Alternativas conquista 81% da confiança dos portugueses.


Na noite de 7 de Abril de 2003, a televisão pública Portuguesa apresentou um debate durante 2h 50m sobre Medicinas Alternativas e sua regulamentação, que teve como intervenientes os ilustres convidados: Pedro Choy, José Faro, Francisco Varatojo, Isabel do Carmo, João de Deus, Manuel Pedro Magalhães, Jorge Gonçalves, José Aranda da Silva, Bal Krishna, António Novais, Paulo Parente, Manuel Branco, etc. No final do debate todos concordaram que as Medicinas Alternativas quando praticadas por profissionais competentes e credenciados, é uma solução eficaz na saúde das pessoas, tal como acontece nos países mais desenvolvidos da Europa e do Mundo.Outro grande tema, foi a legislação em curso no parlamento, que vai permitir defender o cidadão dos profissionais qualificados dos não qualificados.A opinião recolhida dos Portugueses durante o debate, é que 81% confia inteiramente nas medicinas Alternativas.
(fonte: http://www.mtc.web.pt/noticias/debate_medicina_alternativa.htm)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

2 - o não reconhecimento do estado português

Aberto pólo da Universidade Chinesa
Curso de medicina não é reconhecido pelo Estado português
O primeiro pólo de uma Universidade Chinesa no estrangeiro abriu, hoje, em Lisboa, e pretende desviar para Portugal parte do "turismo de educação" que todos os anos viaja para a China. Apesar de a medicina chinesa não ser regulamentada em Portugal e de a licenciatura não ser reconhecida pelo Estado português, esta universidade será a única na Europa com o reconhecimento oficial do Ministério da Educação chinês e cujo diploma final será atribuído pela Universidade de Chengdu, na China.
"Cerca de 700 a 800 pessoas por ano vão para a China estudar medicina tradicional chinesa e, na prática, este pólo da Universidade de Chengdu em Lisboa vai oferecer a possibilidade de os europeus estudarem em Lisboa como se estivessem na China. Sem dúvida que isso tem grandes vantagens como, por exemplo, a língua", explicou Pedro Choy, impulsionador da Universidade de Medicina Chinesa Dr.Pedro Choy, em Lisboa.
"Foi um voto de confiança da Universidade de Chengdu no trabalho que temos desenvolvido em Portugal, que é o país da Europa com mais medicina chinesa e com melhor qualidade, apesar de isso não ter reconhecimento", salientou o médico.
A Universidade de Medicina Chinesa Dr.Pedro Choy já está em actividade há dois anos, com uma licenciatura em português, apesar de ter alunos russos, franceses, chineses e brasileiros.
"Por enquanto não estamos a publicitar o curso internacionalmente para, nesta fase, gerirmos e organizarmos o melhor possível a universidade, mas a médio prazo esperamos estar preparados para receber alunos de toda a Europa e apostar numa licenciatura em inglês", afirmou. O pólo de Lisboa integrará o restrito grupo de universidades de medicina chinesa na Europa, o que leva Pedro Choy a considerá-la "um marco para o desenvolvimento" e uma "aposta na credibilidade".

"Estou convicto de que a medicina chinesa vai impor-se sozinha e podemos comprová-lo pelos países mais desenvolvidos que estão a integrá-la nos seus serviços nacionais de saúde. É um caminho natural", sublinhou. A medicina chinesa é um complexo de terapêuticas que, no seu global, se destina a tratar problemas de saúde em humanos e animais e é constituída pela acupunctura, a fitoterapia chinesa, que é o tratamento com medicamentos à base de ervas chinesas, a massagem energética (Tuina An Mo) e as ginásticas energéticas como, por exemplo, o Tai Chi, para além de toda a formação de conhecimento do corpo igual à medicina tradicional.

(fonte: sic online)

1 - o começo (outra vez)

Este espaço servirá de apoio ao nosso trabalho de Área de Projecto.
O nosso objectivo será esclarecer as pessoas acerca dos benefícios de algumas formas de medicina alternativa, nomeadamente acupunctura, homeopatia, reflexologia e fitoterapia.